Curiosamente, a riqueza de espécies fúngicas, ou seja, o número total de espécies, não diminuiu ao longo do experimento, sugerindo que as espécies são resilientes. No entanto, tanto os cenários de mudanças climáticas quanto as concentrações de microplásticos alteraram significativamente a composição da comunidade, ou seja, quais espécies passaram a dominar em cada situação, e esses dois fatores atuaram de forma independente.


