“Até o fim deste ano, vamos acumular o arcabouço teórico para levarmos à reunião de fevereiro. Vamos trabalhar com as informações de viabilidade populacional mais atualizadas (aumentamos as capturas e amostras coletadas). Com esse trabalho do grupo envolvido no programa, conseguiremos ter uma visão melhor em termos de genética e tamanho das populações e, principalmente, pensar nas urgências. Isso inclui olhar para as populações que estão em risco, mas também para populações-fonte, ou seja, de onde devem vir esses animais, pensando no resultado no médio e longo prazo, nas misturas genéticas que vamos promover. A ideia é chegar a essas conclusões junto com esse grupo de especialistas que acompanha o Programa de Manejo Populacional dos Micos, a partir dessa oficina em fevereiro”, explicou Gabriela.


