“Nós tivemos algumas mudanças razoáveis em matemática; números complexos deixa de ser um tópico do vestibular. Em outras áreas nós tivemos uma atualização. Em história, o programa anterior ia até um determinado momento, agora existe a possibilidade de cobrar situações históricas mais recentes, e isso tudo é sempre realizado com muito cuidado e muita cautela pela Fuvest e pela USP, para que não haja surpresa para os candidatos,” complementa ele. Na primeira fase, a grande novidade é a entrada dos conteúdos de sociologia, filosofia, arte e educação física – temas que já vinham sendo desenvolvidos no ensino médio há bastante tempo e que agora oficialmente entram para o programa do vestibular e poderão ser cobrados no exame.
Na segunda fase, as mudanças são relativas à redação. Neste ano, a grande novidade é que a redação poderá ser cobrada em qualquer gênero textual, e não mais apenas a dissertação em modelo tradicional. Mônaco complementa dizendo que “haverá, como sempre, um conjunto de textos de linguagem textual e não textual: imagens, gráficos, figuras etc., e haverá duas propostas sobre o mesmo assunto contido nesses textos de apoio. Vai haver a possibilidade de o candidato desenvolver a tradicional dissertação, ou que ele faça o outro gênero textual de natureza narrativa, aí pode ser um conto, uma crônica, um discurso, eventualmente uma carta, um e-mail etc. Isso vai então permitir ao candidato desenvolver o texto que ele entender ter a maior habilidade, mas a temática de fundo é a mesma”.



