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Empresário Thiago Brennand é condenado a mais 8 anos de prisão por estupro


Ele também terá de pagar indenização de ao menos R$ 200 mil; defesa não foi localizada

1 set
2025
– 21h14

(atualizado às 21h21)

O empresário Thiago Brennand foi condenado pelo crime de estupro a uma pena de oito anos de prisão, em regime fechado. Ele também terá de pagar indenização de ao menos R$ 200 mil. A reportagem não localizou a defesa de Brennand.

O processo, que era o nono pelo qual ele respondeu, era também o último em aberto, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Como tramita em segredo de Justiça, não há mais detalhes sobre esta condenação.



Thiago Brennand foi condenado em cinco processos e chegou a acordos extrajudiciais em outros dois.

Thiago Brennand foi condenado em cinco processos e chegou a acordos extrajudiciais em outros dois.

Foto: Reprodução/Facebook/ThiagoFV / Estadão

Thiago Brennand está preso desde 2023, tendo passado pelo Centro de Detenção Provisória de Pinheiros, na capital paulista, e de lá foi transferido para o presídio Tremembé II, no interior do Estado. Este processo era o único que não havia passado por julgamento.

Ele foi condenado em cinco processos e chegou a acordos extrajudiciais em outros dois, em todos respondendo por crimes que variam entre agressões, violência contra a mulher e estupros. Com a nova sentença, as penas do empresário somam mais de 30 anos de prisão. Ele já havia sido condenado por agredir a modelo Helena Gomes em uma academia na zona sul de São Paulo, por estuprar uma mulher norte-americana em sua mansão e por forçar sexo sem preservativo com uma ex.

A última condenação do empresário ocorreu em setembro de 2024, em outra ação por estupro, por crimes cometidos repetidamente entre 2015 e 2016 no Jardim Europa, bairro nobre da capital paulista. De acordo com os autos, após uma primeira relação consentida, Brennand ameaçou e agrediu a vítima para levá-la à prática dos atos íntimos, sem preservativo, quando contaminou a mulher com doença sexualmente transmissível. Houve ameaças indiretas também à filha da vítima, exibindo uma arma de fogo para ela.

Ele chegou a passar quase um mês foragido nos Emirados Árabes, com o nome da lista de difusão vermelha da Interpol, antes de ser preso. / COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA BRASIL



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