Monique complementou: “Não tem problema a pessoa errar. Errar faz parte do processo de aprendizagem. Então, a pessoa erra, reconhece, aprende e não erra mais. Tem que reconhecer e, no caso dela, por ser uma pessoa pública, além de não errar mais, é ainda trazer consciência e dar voz para esta causa. E se a gente deixa as pessoas com medo de errar, a gente afasta as pessoas da causa”.


