De acordo com a PF, a empresa Fleurs Global, usada pelo grupo para tratar o minério, movimentou R$ 4 bilhões em cinco anos e poderia ter gerado até R$ 18 bilhões em exploração ilegal. O dinheiro financiava uma vida de luxo: casas na praia, carros importados e vinhos avaliados em até R$ 25 mil a garrafa.



