Como a Universidade deve agir, se comportar e se posicionar na desordem? Como a crise da democracia contemporânea está ligada à ascensão da plutocracia? Esses são alguns dos assuntos que serão discutidos no terceiro dia do USP Pensa Brasil, que acontecerá de 29 de setembro a 3 de outubro, no Auditório István Jancsó do Espaço Brasiliana, na Cidade Universitária, com o tema geral O Brasil e a nova desordem mundial.
A programação do terceiro dia, 1º de outubro, começa às 14h, com Debates e Mesas de Reflexão que terá como tema A Universidade na Desordem I – Ciência e Democracia: Relações da Universidade e Política. O evento é organizado por quatro Pró-Reitorias da USP – de Graduação (PRG), de Pós-Graduação (PRPG), de Pesquisa e Inovação (PRPI) e de Inclusão e Pertencimento (PRIP). A proposta é debater o papel da academia diante das transformações políticas, sociais e epistemológicas do nosso tempo, propondo uma reflexão sobre como a universidade pode colaborar para fortalecer a democracia.
A atividade contará com profissionais de várias áreas preocupados com a relação da universidade com a sociedade, como a ciência chega até a população e como o contexto político pode afetar as atividades de pesquisa, por exemplo. A mediação será de Luiz Roberto Liza Curi, titular da Cátedra Paschoal Senise da PRPG e conselheiro e atual presidente do Conselho Nacional de Educação.
Os convidados para o debate são o jornalista Antonio Gois, fundador e ex-presidente da Associação de Jornalistas da Educação (Jeduca) e colunista de educação do jornal O Globo; Fernando José de Almeida, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e titular da Cátedra Olavo Setúbal do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP; Lorena Barberia, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e uma das premiadas pela Universidade pela excelência de sua contribuição à pesquisa dedicada ao combate da covid-19; Luiz Gonzaga Belluzzo, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, titular da Cátedra Encontro de Saberes da PRIP; e Simon Shwartzman, pesquisador do Instituto de Estudos de Política Econômica do Rio de Janeiro (IEPE).



