Em 15 de setembro, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário (STICMB) informou que “cerca de 5 mil operários aderiram à paralisação, que afetava obras do setor hoteleiro, da Vila COP 30 (onde chefes de estado devem ficar hospedados) e do Parque da Cidade”. No entanto, a Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop) disse que as obras da COP30 seguiam normalmente, “dentro do cronograma previsto”.



