domingo, março 15, 2026
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Roer unhas vai além de mania: saiba como o hábito afeta a saúde emocional, suas causas e dicas para superar o problema. Entenda a onicofagia!

Roer unhas, comportamento oficialmente chamado de onicofagia, afeta entre 20% e 30% da população mundial. Embora pareça apenas um gesto automático, psicólogos alertam que o ato está profundamente ligado a fatores emocionais.




Roer unhas vai além de mania: saiba como o hábito afeta a saúde emocional.

Roer unhas vai além de mania: saiba como o hábito afeta a saúde emocional.

Foto: Imagem de Freepik / Portal de Prefeitura

Raízes emocionais do hábito

Situações de estresse, ansiedade aguda e até o tédio costumam ser os gatilhos que levam ao comportamento repetitivo de roer unhas. Para muitos, é uma estratégia de alívio rápido frente à pressão emocional do dia a dia.

Predisposição genética

Pesquisas revelam que cerca de um terço dos indivíduos com esse hábito têm familiares que também o apresentam, indicando que a predisposição pode ser herdada.

Existe ligação com perfeccionismo?

O perfeccionismo é outro fator importante: pequenas falhas nas unhas ou cutículas provocam o impulso de corrigir compulsivamente, tornando o ato recorrente.

Impactos na saúde

Apesar de parecer inofensiva, a onicofagia pode causar sérios problemas à saúde:

  • Favorece a entrada de bactérias, aumentando riscos de infecção nos dedos e no organismo.
  • Desgaste contínuo pode provocar problemas dentários, bruxismo e retração gengival.
  • Unhas danificadas prejudicam tarefas manuais de precisão e atividades cotidianas.

Por que o hábito é difícil de eliminar

A ligação emocional e genética torna o hábito resistente, especialmente quando associado a situações de ansiedade crônica ou transtornos emocionais mais intensos.

Estratégias para superar

Especialistas indicam algumas medidas para controlar a onicofagia:

  • Utilizar esmaltes de gosto amargo para inibir a prática.
  • Cuidar frequentemente das unhas para reduzir tentação.
  • Adotar técnicas de relaxamento para diminuir a ansiedade.
  • Manter as mãos ocupadas com bolinhas antistresse ou outros objetos.

Quando buscar ajuda profissional

Se o comportamento estiver relacionado a quadros emocionais graves, como transtornos de ansiedade, o acompanhamento psicológico é recomendado.

A rotina pode ajudar

Mudanças na rotina e no ambiente, além de pequenas estratégias de autocontrole, são essenciais para quem busca superar o hábito de roer unhas.

Gatilhos e prevenção

Identificar situações que funcionam como gatilho é o primeiro passo para o controle. Técnicas de atenção plena e relaxamento têm sido eficazes para muitos casos.

Um sinal que merece atenção

Roer unhas é um hábito que pode parecer simples, mas serve como alerta para questões emocionais latentes. Buscar ajuda e adotar estratégias é fundamental para preservar saúde física e emocional.



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