
O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) negou, nesta sexta (19), envolvimento no suposto esquema de desvio de cota parlamentar revelado mais cedo pela Polícia Federal durante o cumprimento de mandados da Operação Galho Fraco, que mirou também o colega Carlos Jordy (PL-RJ). Os mandados foram cumpridos no Rio de Janeiro e no Distrito Federal.
Entre as apreensões, a polícia encontrou R$ 430 mil em espécie no apartamento em que Sóstenes mora em Brasília, e que ele justificou como dinheiro da venda de um imóvel, com origem lícita. E ainda acusou a investigação de “cortina de fumaça” da esquerda com vistas às eleições de 2026.
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