quarta-feira, maio 13, 2026
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Deputado prega enfrentamento ao STF e vê clima para anistia



Com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender a lei da dosimetria, a oposição une forças agora para avançar com a proposta de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. Para o deputado federal Osmar Terra (PL-RS), a crise entre Congresso e Judiciário torna o momento propício para sua aprovação.

Terra falou sobre a proposta em entrevista ao programa Café com a Gazeta, da Gazeta do Povo. Para ele, é hora de encampar um “enfrentamento maior” ao Supremo. “O maior poder da República é o Parlamento; ali está a população representada. Temos que fazer esse enfrentamento político e jurídico, mostrando o que está errado”, defendeu. Para assistir à íntegra da entrevista, é só clicar no vídeo no alto da página.

Situações como a da lei da dosimetria, em que o STF mais uma vez barrou uma iniciativa do Legislativo, favorecem o avanço da anistia, na avaliação do deputado. “Acredito que há clima para isso devido à violência de uma decisão monocrática contra uma decisão coletiva do Congresso. Não podemos deixar isso passar.”

Osmar Terra lembra os casos da descriminalização das drogas e do marco temporal de terras indígenas, quando o Congresso discutiu projetos relacionados a esses temas para, em seguida, o STF também colocá-los em pauta. “Estamos em uma luta para mostrar que o povo manda no Brasil. Se o povo não mandar, acabou a democracia”, destaca.

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Deputado cobra união da direita e defende auditoria das urnas

Ao falar sobre as eleições de outubro, Terra minimizou alguns desentendimentos dentro da direita e pregou união, especialmente na disputa presidencial. “Precisamos fazer andar uma candidatura forte para presidente, o que ajudará a acomodar todos na mesma direção. Precisamos aprender a falar mais para dentro, discutir internamente e tomar decisões fortes que levem todos ao mesmo caminho.”

O deputado também voltou a defender que as urnas eletrônicas sejam auditadas. “Isso beneficiaria todos, direita e esquerda. Precisamos de transparência para que os dois lados se sintam tranquilos com o resultado. Nada é mais democrático que isso”, conclui.

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