segunda-feira, março 16, 2026
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Neste dia das florestas, reencontramos 11 guardiões da Amazônia


Conheça histórias reais de quem cuida da Floresta Amazônica e combate o desmatamento, mas falta apoio – COP30 é chance de fazer justiça

Reencontramos 11 guardiões da Amazônia que conhecemos há mais de vinte anos, e que até hoje são referência em cuidado com a floresta. © Nilmar Lage / Greenpeace

Mesmo diante do avanço de ameaças como o PL da Devastação, é importante manter a força e a coragem. Para se inspirar, neste Dia Nacional das Florestas (17/07), apresentamos 11 guardiões da Amazônia que o Greenpeace teve a honra de conhecer há mais de duas décadas. Em maio de 2025, voltamos a encontrá-los na Expedição ‘Respeitem a Amazônia’, no Médio Juruá, no Amazonas.

À convite de ribeirinhos e do povo Deni, Greenpeace visitou a região, entre 1999 e 2003, para apoiar no combate ao desmatamento e na luta pelo território. Até os anos 90, as populações locais enfrentavam trabalho análogo à escravidão e extração ilegal de madeira. 

Com muita união, conseguiram transformar um cenário de destruição em solução. Além de expulsar os invasores, conquistaram um mosaico de áreas protegidas, com quase 2 milhões de hectares formados por:

Hoje, o Médio Juruá é um exemplo global de conservação e sustentabilidade. As comunidades e aldeias vivem do manejo e da extração sustentável, como seringa, açaí, copaíba, mel, sementes e pesca. Juntando saberes ancestrais e tecnologias sociais, geram renda, qualidade de vida e proteção ambiental.

Conheça histórias reais de quem está cuidando da maior floresta tropical do mundo: 

A floresta vale mais em pé – e isso já é realidade

O Médio Juruá (AM) é uma referência de sucesso para a Amazônia e o mundo, sendo gerido de forma coletiva e sustentável. Mas falta suporte e recursos para fortalecer e multiplicar suas soluções.

Mesmo sendo fundamentais para conter as mudanças no clima, os povos da floresta acessam menos de 1% do financiamento climático global. Por isso, a urgência em mudar essa realidade. 

A COP30, em Belém, é uma chance de fazer justiça com financiamento climático direto para quem realmente cuida da natureza e do clima.

Ajude a cobrar nossos governantes e assine a petição
“Respeitem a Amazônia”

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