Artista deixa legado na música e na publicidade; filho e neta devem herdar patrimônio
20 jul
2025
– 22h23
(atualizado às 22h34)
Empresária, cantora e apresentadora. Preta Gil era multifacetada e encantou o mundo com sua linda voz e jeito marcante de ser. A filha de Gilberto Gil conquistou um espaço na cena cultural brasileira, sendo uma referência musical. Ela morreu neste domingo, 20, aos 50 anos.
A trajetória profissional da artista começou bem cedo, aos 16 anos, o que lhe rendeu uma vasta experiência, não só na música, mas no ramo de marketing de influência com a agência Mynd. O patrimônio, nunca divulgado, deve ficar para o seu filho Francisco, de 30 anos, fruto de seu casamento com o ator Otávio Müller, e para a neta, Sol de Maria, de 9.
De acordo com a revista Forbes, Preta trabalhou pela primeira vez em um camarote do carnaval de Salvador, na Bahia. Antes de ser cantora, a artista foi publicitária e começou atuando como estagiária da agência DM9, em São Paulo.
Aos 20 anos, depois de voltar para o Rio, ela se juntou a Monique Gardenberg. Da parceria nasceu uma divisão de filmes na Dueto Produções. “Ela [a Dueto] virou uma gigante na publicidade, aí enveredei muito para esse lado e acabei esquecendo minha parte artística”, explicou à revista em 2023.
Preta retomou seu lado artístico em 2003, quando lançou o primeiro álbum, o Prêt-à-Porter, em que aparece nua na capa, um simbolismo de seu renascimento. Ela ainda apresentou programas, como o Caixa Preta, na Band, e fez pontas como atriz.
Em 2010, ela lançou o Bloco da Preta, que a consolidou como “dona da festa”. Esse foi o resgate de sua carreira empresarial. Sete anos depois, ela entrou como sócio na Mynd, uma dusão entre a Liga Entretenimento e Music2Mynd, agenciando artistas e influenciadores.
Com diversas fontes de renda, Preta investiu em imóveis, como no Rio de Janeiro e Salvador.




