quarta-feira, março 18, 2026
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Lula e Putin discutem guerra na Ucrânia e cooperação no Brics


Conversa entre líderes de Brasil e Rússia durou 40 minutos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu neste sábado (9) uma ligação de seu homólogo da Rússia, Vladimir Putin, para discutir a guerra na Ucrânia e a cooperação no âmbito do Brics.

    Segundo o governo brasileiro, no telefonema, que durou cerca de 40 minutos, “Putin compartilhou informações a respeito de suas discussões em curso com os Estados Unidos e os recentes esforços pela paz entre Rússia e Ucrânia”.

    Além disso, o líder do Kremlin agradeceu o empenho e interesse do Brasil e falou dos resultados de sua recente reunião com o enviado dos EUA, Steve Witkoff, e sobre a cúpula com Donald Trump, agendada para o próximo dia 15 de agosto, no Alasca.

    “Lula enfatizou que o Brasil sempre apoiou o diálogo e a busca de uma solução pacífica e reafirmou que o seu governo está à disposição para contribuir com o que for necessário, inclusive no âmbito do Grupo de Amigos da Paz, lançado por iniciativa de Brasil e China”, acrescenta a nota.

    Durante a conversa, Lula e Putin também discutiram o atual cenário político e econômico internacional e abordaram “a cooperação entre ambos os países no âmbito do Brics”.

    Por sua vez, o presidente russo parabenizou o Brasil pelos resultados da Cúpula do Brics, realizada nos dias 6 e 7 de julho, no Rio de Janeiro. Já na esfera bilateral, ambos os líderes reforçaram a intenção de organizar a próxima edição da Comissão de Alto Nível de Cooperação Brasil-Rússia ainda este ano.

    Mais cedo, o Kremlin já havia divulgado que o petista “expressou seu apoio aos esforços para promover a resolução da crise ucraniana”.

    O governo russo enfatizou ainda que Putin e Lula “confirmaram sua intenção mútua de fortalecer ainda mais a parceria estratégica entre Rússia e Brasil”.

    Ontem (8), Putin manteve conversas telefônicas com os líderes de outros países parceiros, incluindo o presidente chinês, Xi Jinping, e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi. .



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