quarta-feira, março 18, 2026
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Mulher que sofre com ‘a pior dor do mundo’ tenta nova intervenção cirúrgica e coma induzido


Carolina Arruda sofre com neuralgia do trigêmeo e passará por cinco cirurgias nesta quinta-feira, 14




Carolina Arruda em foto ao lado dos familiares

Carolina Arruda em foto ao lado dos familiares

Foto: Instagram/@caarrudar / Reprodução

A mineira Carolina Arruda compartilhou durante a noite desta terça-feira, 12, uma série de stories respondendo perguntas de seguidores. Em determinado momento ela revelou aos internautas que passará por uma série de cinco cirurgias e um coma induzido como tentativa de tratamento para as dores que sente diariamente.

Carolina é diagnosticada com neuralgia do trigêmeo. Essa doença, também conhecida como doença do suicídio, é considerada “a pior dor do mundo”. Ela atinge a região do rosto e é uma compressão do nervo trigêmeo, responsável pela sensibilidade da face. 

Pacientes que passam por ela a descrevem como um choque elétrico com pontadas na face, sendo tudo muito intenso, forte e agudo. Em 90% dos casos, é sentida em apenas um lado do rosto e dificilmente ultrapassa poucos segundos, porém perdura pelo dia todo.

De acordo com a Rede D’or, mulheres possuem maior tendência de ter o quadro. A neuralgia do trigêmeo não tem cura. O tratamento para a neuralgia do trigêmeo é feito a partir de medicamentos e cirurgias para controlar a dor e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Vale ressaltar que, os casos devem ser avaliados por um médico neurologista capaz de entender o diagnóstico e indicar o tratamento adequado.

Carolina mora em São Lourenço, em Minas Gerais, e foi até Alfenas de ambulância para conseguir realizar o tratamento. Segundo ela, serão cerca de cinco dias internada na UTI e, posteriormente, o tempo que for necessário no quarto. O tratamento será feito na Santa Casa de Alfenas.

Questionada por um seguidor se ela estava com medo de morrer durante o tratamento, Carolina disse que “isso seria uma forma de alivio para ela”.

“Eu não tenho medo não. Se isso acontecer, seria uma forma de alívio para mim. Meu marido e minha filha, minha família sentiriam bastante, mas seria uma forma de conseguir aquilo que tenho buscado a tanto tempo”, confessou.





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