“Nossa proposta foi deixar esses rios se encontrarem, trazendo o blues para o violão de nylon, como quem levasse Baden Powell para um passeio nas margens do Mississipi, ou como quem imaginasse os Tincoãs, numa manhã de domingo, com suas vozes e atabaques, num culto em uma igreja da Louisiana”, conceitua o diretor musical, cujos arranjos sublinham a tensão das músicas cantadas no momento em que Zezé denuncia os abusos sofridos por Maya Angelou.


