domingo, maio 17, 2026
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Calor extremo acelera envelhecimento humano e escancara desigualdades sociais – Jornal da USP


Apesar dos alertas da ciência, a resposta dos governos ainda é tímida. O calor extremo costuma ser tratado como algo passageiro, mas os dados já indicam um risco contínuo. “Um relatório do Imperial College, publicado pelo The Guardian, apontou que duas em cada três mortes registradas no verão de 2025, na Europa, foram provocadas diretamente pelo calor. É um número muito alto e mostra que estamos diante de uma emergência”, destaca Dal’Bó.

Para o professor, as políticas atuais ainda atuam de forma paliativa — reagem aos efeitos, mas não enfrentam as causas estruturais. Os governos ainda tratam o calor extremo como um evento isolado, quando, na verdade, ele deveria ser entendido como um risco crônico de saúde. Ele avalia que, enquanto as políticas públicas não enfrentarem a origem do problema, as ações continuarão sendo apenas emergenciais e insuficientes.



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